9 de fevereiro de 2017

Cupins

      

Como Controlamos

Ao entrar em contato com a Imuniprag, disponibilizaremos os mais variados recursos para que o problema seja resolvido de forma rápida, eficiente e com excelente relação custo/benefício.

Atuando com profissionais permanentemente treinados dentro dos padrões técnicos internacionais, faremos uma vistoria no local para:

  • Identificar a espécie de cupim, sua localização e intensidade da infestação;
  • Identificar o tipo de construção ou ambiente a ser tratado.
  • Selecionar a forma e as técnicas mais adequadas à intervenção, considerando:

    – A sensibilidade dos ambientes (berçário, depósito de alimentos,etc.)
    – A segurança das pessoas e animais
    – Risco de contaminação do meio ambiente ( reservatórios, poços,etc.)

  • Determinar o material e defensivo químico adequados para interromper a infestação e prevenir novos ataques.

As estratégias e as técnicas de controle de cupim variam de acordo com o local atingido e a intensidade da infestação, compreendendo:

  • Tratamento do solo (barreira química)
  • Tratamento das madeiras colocadas à massa construída (alvenaria)
  • Tratamento das vias de acesso à estrutura (condutores elétricos, telefonia, informática, antenas coletivas, etc.)
  • Prospecção de ninhos de cupins e vãos isolados (caixões perdidos, tetos rebaixados, vão de escadas, etc.)
  • Remoção física de ninhos, madeiramento afetado e outras fontes de alimentação.

Como Vivem

Cupins Subterrâneos (Coptotermes Gestróe)

Os Coptotermes Gestróe também conhecidos como cupins subterrâneos são assim denominados por construírem seus ninhos no solo, em vãos estruturais, como:
– caixões perdidos em edifícios, vãos entre lajes, paredes duplas, ou qualquer outro espaço confinado que exista em uma estrutura, seja ela uma residência, indústria ou comércio.

Vale a pena lembrar que, além do solo, os cupins subterrâneos podem construir seus ninhos em vãos estruturais.

Esta é uma característica que os diferencia dos cupins de madeira seca que se alojam somente em emadeiramentos, cujos ninhos estão confinados à madeira infestada.

Um dos sinais típicos de ataque de cupins subterrâneos são os caminhos que eles fazem sobre superfícies de alvenaria ou outro material. Feitos de terra, fezes e saliva, estes cupins constroem verdadeiros túneis que os protegem de predadores, perda de água e outros problemas.

Outra diferença entre os cupins de madeira seca e os cupins subterrâneos, é que os operários destes podem transitar em outros meios que não a madeira, na busca por alimento.

O cupim de madeira seca, ao consumir toda a madeira que o abriga, se não tiver acesso a outra madeira em contato com a primeira, condena a sua colônia a morte. A vida útil da colônia está, assim, ligada à duração da fonte de alimento.

Os cupins subterrâneos, podendo sair da colônia em busca de alimentos, não têm este problema, dada a fartura de elementos a base de celulose que se encontram na natureza ou nas proximidades do próprio ninho.

Cupins de Madeira Seca (Cryptotermes brevis) 

O cupim de madeira seca, é um cupim que encontra-se normalmente restrito à peça atacada. Ele não tem capacidade de passar de uma madeira infestada para outra a não ser que efetivamente exista um ponto de contato entre ambas as madeiras. Nestes casos, a colônia pode se estender e infestar todo o madeiramento em contato.

Assim, o tamanho da colônia é proporcional ao tamanho da peça atacada, já que encontra-se restrito a ela. Por este motivo, os cupins de madeira seca normalmente apresentam colônias pequenas, com cerca de 300 indivíduos a poucos milhares. Uma colônia de cupim de madeira seca pode chegar a ter 3000 indivíduos após 15 anos.

O pequeno tamanho da colônia é, entretanto, compensado pelo grande número de colônias que podem ser encontradas em uma determinada estrutura. Por estarem protegidos de predadores durante a revoada (que podem ocorrer dentro da própria estrutura), não dependerem de contato com o solo e sobreviverem em madeiras com pouca umidade, muitos alados podem sobreviver por ocasião da revoada e formar novas colônias. Assim, podem haver centenas de colônias convivendo no mesmo ambiente.

O seu ataque encontra-se em expansão no Brasil, onde acredita-se tenha sido introduzido através de importação de estruturas de madeira infestadas. Provavelmente originado da Jamaica, este cupim vêm se espalhando, através de navios, para o resto do mundo.

O C. brevis é típico de construções humanas. Dificilmente cupins desta espécie são encontrados em árvores ou mesmo em madeiras abandonadas no exterior de construções humanas. De fato, até agora, nunca foram encontrados nos locais e ambientes citados acima, caracterizando um comportamento estritamente antropófilo.

Estes cupins são sensíveis à umidade e, portanto, à perda de água. Esta sensibilidade é tamanha que suas fezes são formadas por pelotas fecais secas, comprimidas durante o processo de excreção, a fim de não perder água no processo de eliminação de impurezas orgânicas. Estas fezes ficam armazenadas em uma câmara no ninho e podem ser usadas para fechar canais que eventualmente não estejam mais sendo utilizados pelos cupins ou até mesmo para fins de defesa.

Periodicamente, por causa do acúmulo de fezes, os cupins as eliminam sob a forma de uma “chuva” típica. As fezes se acumulam, assim, logo abaixo do orifício de eliminação, ao longo da peça atacada. Este é o mais típico sinal de infestação por cupins de madeira seca. Após a eliminação das fezes, o orifício formado (de formato circular com diâmetro de cerca de 1-2 mm) é então novamente fechado.

Principal vestígio (fezes)

As fezes apresentam o formato de pequenos grânulos ovalados (0,5 mm de comprimento). Quando são observados com lupa, é possível verificar 6 reentrâncias causadas pela impressão dos músculos retais nas paredes das fezes.

Os orifícios de eliminação são posteriormente fechados com uma membrana fina de material lenhoso, que é periodicamente aberta para novas eliminações. Assim eles não perdem água e tampouco permitem a passagem de invasores.

O soldado deste cupim apresenta uma cabeça dura e volumosa (do tipo fragmótica cilindróide e truncada na frente), de cor castanho avermelhada, escura a quase negra, que contrasta com o colorido esbranquiçado do resto do corpo. A cabeça é utilizada para obstrução dos canais, quando é necessário defender o ninho.

Suas revoadas são geralmente noturnas (início da noite), sendo que, pelo fato de terem poucos indivíduos, são revoadas pequenas e discretas, contendo por vezes algumas dezenas de indivíduos. Os alados saem por orifícios feitos pelas ninfas, que podem ser os mesmos feitos para eliminação das pelotas fecais.

Os casais formados após a revoada instalam-se diretamente na madeira, através de furos de prego, encaixe de peças, frestas, etc. Nas colônias maduras, a rainha é apenas ligeiramente maior que o rei.

As colônias de cupins de madeira seca não apresentam operários verdadeiros. As ninfas de último estágio desempenham este papel na colônia. No processo de construção do ninho, as ninfas normalmente seguem os veios da madeira, construindo câmaras e galerias interligadas por canais de comunicação estreitos, que podem ser fechados no caso de ataque de inimigos ou outras razões. As paredes das galerias e túneis são aveludadas, como se revestidas por uma fina camada de poeira. É possível encontrar-se pelotas fecais distribuídas nas galerias ou câmaras, até que sejam eliminados. No entanto, nunca encontra-se solo dentro das galerias.

Uma colônia de C. brevis cresce lentamente. Para se ter uma idéia, um ninho formado por um casal de cupins, apresenta um ano após o acasalamento, cerca de 3 a 4 ninfas, 1 a 2 ovos e nenhum soldado.

Classificação
Ordem: Isoptera
Família: Rhinotermitidae
Gênero: Coptotermes
Espécie: Coptotermes Gestróe

Danos

Nenhum tipo de construção, seja de alvenaria ou madeira, está livre do ataque de cupins.
Sensíveis à luz, os cupins consomem a madeira de dentro para fora. Quando um ataque é detectado, os prejuízos já se tornaram evidentes, podendo provocar danos ao patrimônio e sérios riscos de acidentes.
Por estarem restritos à peça atacada e por terem um comportamento avesso à luz, os cupins de madeira seca apresentam sinais externos de ataque bastante discretos.

No entanto, não se deve subestimar os danos potenciais causados por este cupim, pois quando se percebe efetivamente o dano, o prejuízo já é grande. De fato, em madeiras submetidas a infestações por um tempo prolongado, restará apenas uma fina superfície externa intacta, quebradiça e outras poucas divisórias internas, separando câmaras espaçosas. É assim que muitas vigas de sustentação de telhados de residência ficam quase que totalmente ocas e sucumbem, ocasionando o desabamento do telhado.
Como cupins são espécies sensíveis, dificilmente infestam peças de madeira que apresentem movimento constante, uma vez que este movimento pode esmagá-los antes de conseguirem abrigo através de uma fresta. Assim objetos como cadeiras, portas e janelas normalmente não são atacadas pelo mesmo.

Quando infestam peças que são móveis, o ataque é discreto, podendo formar colônias completas no interior da peça, mesmo as de menor tamanho. Esta capacidade de habitar peças facilmente transportáveis, sem apresentar sinais externos de ataque, favorece sua dispersão quando as peças são transportadas a diferentes regiões geográficas.
Dentre as peças mais comumente atacadas pelo cupim de madeira seca, destacamos o batente de portas e janelas (que ficam fixo, sem movimento, em contato com a parede), móveis e armários embutidos, rodapés e forros de madeira.

Estantes com livros que não são movimentados periodicamente podem ser objeto do ataque destes cupins. Assim, um dos procedimentos aconselhados para a manutenção de acervos culturais, é a sua constante movimentação e limpeza, a fim de evitar o estabelecimento de colônias nestas peças.

Trabalho Preventivo Como Prioridade

O trabalho preventivo das edificações pode se iniciar nas etapas das fundações, acompanhando o cronograma físico até o acabamento final.

A relação custo-benefício é compensadora e os imóveis tratados são sempre mais valorizados, principalmente em regiões com histórico de infestação.

Aplicação de Tecnologias Avançadas 
A Inset Max utiliza tecnologias avançadas no controle e prevenção ao cupim.
Em edificações que podem estar abrigando colônias em locais de difícil acesso são utilizados métodos modernos e técnicos altamente treinados e qualificados, visando o máximo em eficiência.

Trabalho de alcance amplo e garantia total
O Programa de prevenção ao cupim proporciona um trabalho de alcance amplo que envolve inclusive a remoção fisica de colônias detectadas.
Nossa garantia é baseada no monitoramento periódico dos ambientes tratados e no compromisso com a proteção do patrimônio dos nossos parceiros.

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